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Oficinas EnGeM 2019

Todas as oficinas serão realizadas no Câmpus Jatobá.

RELAÇÃO DAS SALAS CONFORME FOLDER

 


 

A RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS NO CONTEXTO DIDÁTICO-PEDAGÓGICO: UMA ABORDAGEM PARA O ENSINO DE LOGARITMO E FUNÇÃO LOGARÍTMICA NO PRIMEIRO ANO DO ENSINO MÉDIO

Proponentes: Júlio César Santos Pereira (IFG-Jataí) e Wagna Mendes Vieira Campos (IFG-Jataí).

Este trabalho já vem sendo desenvolvido, pelo primeiro autor, como uma pesquisa de mestrado, em uma Escola de Ensino Médio da rede Pública, e se apresenta, aqui, como uma proposta de ensino e aprendizagem e assim entender as vertentes dentro da Resolução de Problemas. A Resolução de Problemas no contexto didático-pedagógico será tratada, neste trabalho, no contexto estabelecido por Polya e Larson, trabalharemos com um ensino “sobre” Resolução de Problemas – que desenvolverá no estudante a capacidade de criar estratégias para resolver problemas de matemática; um ensino “através” da Resolução de Problemas – que levará o estudante a construir conhecimentos de matemática a partir de problemas; e, um ensino “para” Resolução de Problemas – que seja capaz de desenvolver no estudante habilidades para que ele consiga aplicar, tanto em problemas reais quanto problemas teóricos, a matemática que ele aprendeu. Neste sentido, este minicurso possibilitará uma discussão sobre as diferentes estratégias que propiciará a compreensão de conceitos matemáticos.

Palavras-chave: Resolução de Problemas, Ensino-Aprendizagem-Avaliação.

 

INVESTIGAÇÃO MATEMÁTICA COM O GEOGEBRA

Proponentes: Jordana de Oliveira do Amaral (IFG-Jataí), Gabriela Silva Lemes (IFG-Jataí) e Kenny Henrique Ferraz Inomata (IFG-Jataí).

Neste minicurso abordaremos a Investigação Matemática com o Geogebra para o ensino-aprendizagem de conteúdos de matemática do ensino fundamental e médio. Além de tópicos de Matemática, discutiremos aspectos teóricos relacionando a teorias de conhecimento, tecnologias, e matemática, de forma articulada. As bases da Investigação Matemática com o GeoGebra são enunciadas em quatro etapas: experimentar, conjecturar, formalizar e generalizar e nos processos pedagógicos podemos acrescentar uma quinta etapa, a avaliação. A primeira etapa consiste em explorarmos a capacidade de experimentar que o GeoGebra permite, graças a possibilidade de movimentarmos os entes matemáticos poderemos comparar as representações algébricas e geométricas, percebermos propriedades, compreendermos definições e construirmos conceitos através das percepções obtidas. A segunda etapa do processo seria levantarmos conjecturas relacionadas à primeira etapa. Conjecturar significa percebermos relações oriundas da experimentação, vislumbrarmos propriedades, relações, resultados gerais importantes para o bom desenvolvimento matemático. Uma vez percebida a conjectura podemos enunciá-la como um resultado a ser investigado, em forma de pergunta ou em forma de problema. A terceira etapa é a formalização, isto é, a demonstração matemática da conjectura propriamente dita ou a apresentação de uma contra proposição da conjectura levantada, com um argumento pedagógico compatível. Tal atitude é importante, pois não podemos, através da experimentação, aceitar o resultado sob o risco de não estarmos praticando os ideais da Matemática. Depois de experimentarmos, conjecturarmos e formalizarmos o saber matemático é importante fazermos a generalização do resultado, quando possível, isto é, investigarmos outras situações pertinentes, situações particulares, enfim, explorarmos o alcance do resultado obtido. A avaliação deve ser realizada durante todo o processo e o professor pode utilizar de um monitoramento para observar o desenvolvimento do aluno nas atividades investigativas. 

Palavras-chave: Investigação, Matemática, Geogebra.

 

PSICOLOGIA DO JOGO NO ENSINO-APRENDIZAGEM DA MATEMÁTICA

Proponentes: Duelci Vaz (IFG-Goiânia), Luciana Alves da Silva Costa (IFG-Jataí) e Maxwell Gonçalves Araújo (IFG-Goiânia).

Nesta oficina abordaremos aspectos da psicologia do jogo de Elkonin, também alguns aspectos da teoria histórico-cultural e ensino desenvolvimental de Davydov. Nesta perspectiva apresentaremos algumas possibilidades de aplicação no ensino-aprendizagem da Matemática. Planejamos inicialmente abordar os fundamentos da Psicologia do jogo de Elkonin, do ensino desenvolvimental de Davydov e de outros autores da teoria histórico-cultural e posteriormente apresentar de forma prática possibilidades de jogos planejados sob estes enfoques. Uma das exigências dos jogos no ensino-aprendizagem da Matemática é que este reproduza o aspecto nuclear do objeto ou do conceito, portanto deve realizar o movimento do abstrato ao concreto de tal modo que na atividade de jogar o escolar se aproprie da essência conceitual. O jogo assim deve trazer em si a coletividade e permitir a apropriação conceitual, além da motivação e o desejo no escolar de se apropriar dos conceitos e se desenvolver. Dessa forma, o professor deve se preparar para realizar atividades que permita ao escolar realizar o movimento lógico e histórico de modo a compreender o caminho percorrido e sintetizado pelos cientistas da área para determinar o objeto científico e seus desdobramentos.

Palavras-chave: Jogos, Matemática, Ensino desenvolvimental, Psicologia, Elkoni, Davydov. 

 

EDUCAÇÃO FINANCEIRA NA PERSPECTIVA DA EDUCAÇÃO MATEMÁTICA CRÍTICA: CONTRIBUIÇÕES PARA TOMADA DE DECISÃO EM QUESTÕES COTIDIANAS

Proponentes: Regimar Alves Ferreira (IFG-Jataí), Ewerson Tavares da Silva (IFG-Jataí) e Luciano Duarte da Silva (IFG-Goiânia).

O professor, especificamente no ensino da Matemática, precisa ter clareza da necessidade de se ancorar em um referencial teórico a fim de dar uma direção a sua prática docente. A vista disso, é necessário que a práxis do professor tenha como objetivo maior a inserção desses sujeitos na sociedade, possibilitando uma relação mais consciente desse indivíduo com o mundo e com as relações que o cerca. Nesse sentido, a presente oficina tem como objetivo construir conhecimentos matemáticos numa perspectiva de Educação Financeira, oferecendo condições para que os participantes possam refletir a respeito da sua própria postura quanto ao seu planejamento e ações. Oportunizar esse momento vislumbra uma nova postura quanto a tomada de decisões, o que resultaria em uma melhoria da qualidade de vida. Dessa forma, o desenvolvimento desse trabalho iniciará com a apresentação sobre proposta dessa oficina. O seu andamento se dará em dois momentos: no primeiro momento será realizada a introdução para descrição das etapas, além de, tratar dos aspectos inerentes a inserção da Educação Financeira na educação básica; no segundo momento, serão apresentadas, algumas sugestões de atividades no intento de propiciar uma Educação Financeira tendo como aporte conteúdos matemáticos baseados na Educação Matemática Crítica elencada por Skovsmose (2013). Nesse lócus, serão apresentadas e debatidas situações que priorizam a criação de estratégias, a comprovação, a justificativa, a argumentação, o espírito crítico e a tomada de decisões em situações que envolvem a Educação Financeira. Espera-se que, ao final da oficina, tal momento possa ter possibilitado a compreensão sobre tais problemáticas e que essa conscientização possa refletir na postura desses sujeitos no que tange a tomada de decisões deles em questões relacionadas ao consumo, contribuindo assim, para a construção de um sujeito crítico, reflexivo, capaz de participar ativamente na construção de sua aprendizagem. 

Palavras Chave: Educação Financeira; Educação Matemática Crítica; Formação de Professores de Matemática.

 

A RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS NO ENSINO SUPERIOR

Proponentes: Nilton Cezar Ferreira (IFG-Goiânia) e Hercilia C. M. Pereira de Araújo (IFG-Jataí).

Este minicurso se divide em duas partes. Na primeira, faremos uma discussão do ensino de matemática nos cursos de graduação, evidenciando as dificuldades e os desafios apontados por professores e pesquisas. Ainda, nessa primeira parte, apresentaremos as teorias que orientam o uso da Resolução de Problemas em sala de aula. Na segunda parte, faremos um trabalho prático, por meio de exemplos, mostrando como podemos introduzir conceitos, conteúdos e procedimentos, através da Resolução de Problemas. Esses exemplos terão como foco as disciplinas: Cálculo Diferencial e Integral I, disciplina da grade curricular da maioria dos cursos superiores que utilizam matemática; e, Álgebra Abstrata, disciplina exclusiva de cursos de Matemática, licenciatura ou bacharelado. Nosso objetivo é mostrar como se configura o ensino através da Resolução de Problemas, segundo alguns teóricos que trabalham nessa abordagem, como as especificidades do ensino superior, de modo especial as dos cursos de licenciatura em Matemática. Além disso, esperando incentivar professores que trabalham nos cursos de graduação, principalmente em cursos de formação de professores, a conhecerem o ensino através da Resolução de Problemas e a buscarem novas alternativas para suas metodologias pedagógicas.

Palavras-chave: resolução de problemas, ensino superior; licenciatura em matemática.

 

FEIRA DE MATEMÁTICA NA PRÁTICA DOS PROFESSORES QUE ENSINAM MATEMÁTICA NA EDUCAÇÃO BÁSICA

Proponentes: Ediel Pereira de Macedo.

Na presente oficina objetivamos oferecer aos participantes oportunidade de compreenderem o movimento das Feiras Matemáticas na prática dos professores que ensinam Matemática na Educação Básica. As Feiras de Matemática se constituem numa experiência curricular ou extracurricular de relevância para sistematizar e implementar os Projetos de Educação Científica dos Alunos e Professores, contribuindo para a inovação curricular, durante o ano letivo. As Feiras de Matemática possuem como finalidade incentivar, divulgar, socializar as experiências, as pesquisas e as atividades matemáticas desenvolvidas pelos alunos das escolas da Educação Básica para a comunidade, promovendo uma socialização de atividades desenvolvidas nas aulas de Matemática e principalmente a disseminação de uma proposta diferenciada para o ensino da Matemática. Desenvolveremos diversas atividades envolvendo toda a dinâmica de elaboração de uma Feira de Matemática, bem como explicitaremos algumas possibilidades de experiências desenvolvidas em sala de aula pelos professores para a apresentação e exposição dos alunos durante a I Feira de Matemática de Barra do Bugres, acontecida em 06 de maio de 2019, como comemoração do dia Nacional da Matemática. Por meio dessa exposição, procuraremos incentivar os participantes a estarem implementando em suas escolas, universidades, municípios e estados o movimento das Feiras de Matemática, pois essa ação formativa servirá como um ambiente em que professores que ensinam Matemática serão desafiados a desenvolverem metodologias inovadoras para o ensino da Matemática em sala de aula. 

Palavras-chave: Feira de Matemática, Ensino de Matemática; Prática Docente, Professores que Ensinam Matemática. Materiais: Internet; Data Show; Quadro e Pincel.

 

GOOGLE FORMS E A ANÁLISE DE CONTEÚDO EM PESQUISAS QUALITATIVAS

Proponentes: Márcio Urel Rodrigues (UNEMAT Barra do Bugres).

Na presente oficina objetivamos proporcionar aos participantes a compreensão das possibilidades da Análise de Conteúdo como técnica de tratamento e análise de dados constituídos por meio de diferentes instrumentos de coleta de dados – questionários, entrevistas e documentos oficiais - voltadas as pesquisas de abordagem qualitativa nas áreas de Ensino de Ciências e Matemática, Educação Matemática e Educação. Além disso, realizaremos algumas simulações envolvendo o Google Forms como uma ferramenta que auxilia no processo de mapeamento e sistematização dos dados de uma pesquisa, pois o processo de categorização exige do pesquisador diversas idas e vindas (movimento cíclico) ao corpus dos dados proporcionando assim, um maior refinamento das Categorias de Análise devido as releituras dos dados. Nesse sentido, Bardin (1977, p. 80) enfatiza que a Análise de Conteúdo assume, ao longo da pesquisa, um movimento de “vai e vem” nos dados. Com base nas simulações com o Google Forms que serão realizadas na oficina, procuraremos explicitar o Design Metodológico proporcionado pelo movimento - etapas e processos de codificação e categorização - da Análise de conteúdo em pesquisas qualitativas.

Palavras-chave: Análise de Conteúdo; Pesquisa Qualitativa; Google Docs. Materiais: Internet; Data Show; Quadro e Pincel.

 

 MATEMÁTICA E A LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS - LIBRAS

Proponentes: Soraya Bianca Reis Duarte (IFG Câmpus Goiânia), Janaína da Silva Rodrigues, Marcos Almeida Mota, Maytê Moraes Severino de Sá e Eduardo Eugenio Rodrigues Júnior.

Não existe educação sem comunicação, e a Educação Matemática vem se dedicando a contribuir para que este princípio seja considerado o mais próximo de seu máximo valor. A Metodologia do Ensino de Matemática Inclusiva, tem se desdobrado no sentido de estimular a utilização de jogos, pois, o coloca em um viés que propõe a prática, e possibilita a abertura da anexação da Língua Brasileira de Sinais (Libras) como condutora da aprendizagem entre professor-aluno. Pensando nisso, trazemos uma proposta metodológica para a aprendizagem dos elementos constitutivos, baseado na utilização de jogos, que favoreça o processo de ensino-aprendizagem de crianças surda e ouvintes, possibilitando o amparo da inclusão dentro do contexto escolar, ainda mais, de conscientizar professores e futuros professores da importância da língua e do sujeito surdo, em um tempo em que se discute a inserção, a inclusão, a democratização do ensino. 

Palavras-chave: Jogos; Libras; Metodologia de ensino; Formação de Professores; Matemática.

 

QUANDO OS ALUNOS RESPONDEM ALGO INESPERADO EU QUERO DISCUTIR DE FORMA MATEMATICAMENTE ADEQUADA: CONHECIMENTO INTERPRETATIVO DO PROFESSOR EM CONTEXTO DE MEDIDA

Proponentes: Carlos Miguel da Silva Ribeiro (Unicamp).

Quanto pretendemos que os alunos entendam o que fazem e por que o fazem é essencial ter como ponto de partida aquilo que eles conhecem e como o conhecem. Assumir esse ponto de partida implica ter um conhecimento que nos permita dar significado as suas respostas, mesmo quando estas são distintas do que se espera (estejam incorretas ou sejam alternativas/não usuais). Nesta oficina iremos discutir situações da nossa prática matemática e produções de alunos no âmbito da Medida no tema das operações possibilitando desenvolver o Conhecimento Interpretativo dos participantes de forma a possibilitar a melhoria dessas práticas matemáticas e das aprendizagens e resultados dos alunos

Palavras chave: conhecimento interpretativo, práticas matemática, aprendizagens.

 

GEOMETRIA INVESTIGATIVA, AXIOMÁTICA E DIFERENCIAL. AS CURVAS DA BOSTA

Proponentes: Ole Peter Smith (IME/UFG).

Visualização de conceitos matemáticos: impressão e web. Imagens de pixels e vetoriais: formatos gráficos. Imagens e animações: videos simples como uma sequência de imagens: GIF animado e Carousel. LaTeX e TikZ. Geometria investigativa, axiomática e diferencial. As curvas da Bosta.

 

Palavras chave: Latex, Geometria, Gráficos, Curvas.

 

POSSIBILIDADES FORMATIVAS NA EJA POR MEIO DO USO DE JOGOS MATEMÁTICOS ESTRATÉGICOS

Proponentes: Emanuel Gomes Peixoto (PET/MAT/IME/UFG) e Izabela Jakeline Lopes de Paiva (PET/MAT/IME/UFG).

O objetivo dessa oficina é apresentar a proposta que o Círculo de Oficinas de Matemática Básica (COMB) desenvolve no Ensino de Jovens e Adultos (EJA), no intuito de difundir e debater uma nova proposta para o ensino da matemática para um público que tem características próprias e únicas. O Comb objetiva desenvolver o pensamento matemático e estratégico por meio de jogos matemáticos, criados ou adaptados de acordo com o conteúdo trabalhado pelo professor em sala de aula. Com isso, diversos aspectos são colocados em debate, em especial a formação do educador matemático para EJA e a formação do aluno da EJA atrelada aos jogos matemáticos estratégicos. Os jogos trabalhados nesta oficina fazem parte do acervo do Comb, desenvolvidos na turma de primeiro ano do Colégio Estadual Damiana da Cunha, localizado na região metropolitana de Goiás-Go, no ano de 2018. A oficina contempla três atividades criadas pelos executores do projeto pensado nos seguintes conteúdos: Operações Fundamentais, Potenciação e Radiciação. Foram adaptados três jogos já existentes: Feche a Caixa, Chung toi e Equilíbrio, resultando nos respectivos jogos matemáticos, são eles: Feche o Tabuleiro; Jogo da Velha Matemática Equilíbrio de Potências. Os participantes desta oficina desenvolverão as atividades propostas, no intuito de que no final se chegue a um debate sobre Jogos estratégicos na EJA. Esperamos que esta oficina estimule os futuros professores a buscar o jogo matemático estratégico como um recurso importante para o ensino da matemática. Também esperamos despertar nos participantes a criatividade para que desenvolvam ideias que possibilitem a criação de novos jogos que atendam a perspectiva do projeto COMB. 

Palavras-chave: Jogos Matemáticos Estratégicos; Ensino de Jovens e Adultos; Formação de Professores.

 

ENSINO INTERATIVO DE MATEMÁTICA: UTILIZAÇÃO DA INSTRUÇÃO PELOS COLEGAS EM SALA DE AULA

Proponentes: Esdras Lins Bispo Jr. (UFG/Jataí).

O ensino pela descoberta refere-se a uma metodologia em que os estudantes são expostos a questões e experiências específicas de forma que eles "descubram por si mesmos" os conceitos esperados pelo professor. Esta abordagem empenha esforços em integrar a necessidade de atender às expectativas de cumprimento de um programa de conteúdo com a configuração de um ambiente favorável ao questionamento investigativo dos alunos. O ensino pela descoberta adota a teoria da aprendizagem ativa e é uma alternativa ao ensino tradicional. Apesar desta proposta apresentar bons resultados, ainda existem dificuldades com a sua implantação. A tensão entre "cobrir o conteúdo" e a investigação realizada diretamente pelo aluno é uma destas dificuldades. Enquanto que o conhecimento do conteúdo é bastante exigido pelo ensino tradicional, o ensino pela descoberta deposita maior ênfase no desenvolvimento das habilidades necessárias durante o processo de experimentação daquele conteúdo. Tendo como um dos propósitos a conciliação entre o ensino expositivo e o ensino pela descoberta, a metodologia da Instrução pelos Colegas (IpC) foi proposta. Esta metodologia busca operacionalizar uma prática que considera o formato tradicional de sala de aula, alterando-o com espaços que possibilitem um engajamento maior por parte dos estudantes na construção do seu aprendizado. De um modo geral, a IpC busca promover a aprendizagem com foco no questionamento com o intuito de os alunos dedicarem mais tempo em classe refletindo e discutindo o conteúdo em si, do que "passivamente assistindo exposições orais por parte do professor". Desta forma, esta oficina busca apresentar as possibilidades de utilização da IpC no ensino de matemática na Educação Básica e Superior. A oficina fará uso da IpC durante todo o momento, de forma que os participantes terão a oportunidade de conhecer a abordagem a partir de dois pontos de vista: teórico e prático.

Palavras-chave: Ensino, Metodologia ativa, matemática, peer instruction, instrução pelos colegas.

 

BREVE INTRODUÇÃO A SEQUÊNCIAS COM O SOFTWARE GEOGEBRA

Proponentes: Jéssica Luana da Silva Santos e Uender B. Souza (IFG-Goiânia).

Nesta Oficina apresentaremos as potencialidades que o Software GeoGebra tem a oferecer no intuito de incentivar o uso de tecnologias no ensino de matemática, em especial, uma alternativa à abordagem do conteúdo proposto. Serão estudadas algumas sequências, séries e recorrências numéricas e também introduzido o conceito de sequências de transformações sobre objetos (pontos, polígonos e outros) com alguns comandos do Software. A Oficina possibilita o desenvolvimento do raciocínio lógico, incentiva a criatividade e apresenta ferramentas de grande importância para investigação matemática. O publico alvo são alunos de graduação de cursos de Matemática ou áreas afins.

Palavras-Chave: Sequências, Tecnologias, Ensino de Matemática, Transformações.

 

SEQUÊNCIA DIDÁTICA, JOGOS E LITERATURA INFANTIL NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL

Proponentes: Danúbia Carvalho de Freitas Ramos, Geilanes Alves do Nascimento Barros, Wagna Mendes e Adriana Aparecida Molina Gomes.

Apresentar o conceito de sequência didática com base nos autores Dolz, Noverraz e Schneuwly (2004), de literatura infantil, de jogos e alfabetização matemática. Propor um aprofundamento teórico acerca da discussão sobre sequência didática, para melhor entendermos a importância dessa modalidade de ensino como subsídio relevante para o professor planejar e desenvolver uma prática pedagógica, com clareza sobre as situações de aprendizagem que está proporcionando aos seus alunos. Compreender as contribuições da sequência didática, dos jogos e da literatura infantil no ensino da matemática. Será realizado um estudo sobre a concepção de sequência a partir do autores Dolz, Noverraze Schneuwly (2004) bem como a concepção de alfabetização matemática, bem como o conceito de literatura infantil e jogos. Em seguida, serão apresentadas algumas sugestões de atividades relacionadas à literatura infantil e jogos que podem ser trabalhadas no ensino da matemática.

Palavras-Chave: Sequência didática, literatura infantil e jogos no ensino de matemática; analise de rótulos de produtos alimentícios e alfabetização matemática.

 

O ABACO NA ADIÇÃO E SUBTRAÇÃO

Proponentes: Emiliana Batista de Oliveira (Regional Jataí/UFG), Hyanka Cezário de Paula (Regional Jataí/UFG) e Adriana Aparecida Molina Gomes (Regional Jataí/UFG).

Inicialmente, buscar-se-á apresentar e discutir sobre alguns conceitos e tipos de materiais concretos. Após, será mostrado os ábacos horizontal e vertical, bem como suas estruturas e propriedades. Os participantes irão confeccionar um ábaco e calcularão as operações de adição, subtração, multiplicação e divisão nos mesmos. Em seguida, trabalharemos com algumas sugestões de atividades relacionadas ao ábaco. 2. Público-alvo: alunos das licenciaturas em pedagogia e matemática; pós-graduandos em educação, educação matemática e matemática; e, professores que ensinam matemática. 3. Número de vagas: 20 4. Material individual: réguas, lápis, canetas, tesouras, colas, palitos de churrascos, pedaços de papeis E.V.A., miçangas, caixas de ovos, papeis coloridos, folhas de A4 branca, tesouras, fitas crepes, canetinhas e material xerocopiado. 

Palavras-Chave: 

 

TRABALHANDO CONCEITOS DE ÁLGEBRA COM ALUNOS DO ENSINO MÉDIO POR MEIO DE SITUAÇÕES DESENCADEADORAS DE APRENDIZAGEM

Proponentes: Wérica Pricylla de Oliveira Valeriano Santos, Laurienny Gondim Silva, Isabella Montes Caixeta e Geovana Magalhães de Melo.

Esta oficina é fruto do trabalho desenvolvido no Grupo de Estudos sobre a Atividade Pedagógica em Matemática do IF Goiano Campus Urutaí que se orienta pelos pressupostos teóricos da Teoria Histórico-Cultural, da Teoria da Atividade e da Atividade Orientadora de Ensino. A partir dos nossos referenciais teóricos compreendemos que o professor deve organizar o ensino de modo intencional com o objetivo de propiciar aos alunos o desenvolvimento da atividade de estudo. Ao organizarmos o ensino, elaboramos Situações Desencadeadoras de Aprendizagem (DAS) que devem contemplar a gênese do conceito, assim esperamos que os estudantes compreendam os nexos conceituais algébricos e desenvolvam reflexões que levem em conta a generalização dos conceitos. Nas SDA propostas buscamos explorar a comunicação e a coletividade, visto que o trabalho pedagógico com os adolescentes deve pautar-se no grupo e não no indivíduo isoladamente, pois o adolescente tende a agir de acordo com o grupo (ELKONIN, 1960). Diante do exposto, temos como objetivo para esta oficina apresentar brevemente a teoria que nos sustenta e desenvolver duas atividades que foram realizadas com alunos do 1º ano do Ensino Médio.

Palavras-chave: Situações Desencadeadoras de Aprendizagem, Conceitos algébricos, Coletividade.

 

A CONTRIBUIÇÃO DAS SITUAÇÕES DESENCADEADORES DE ENSINO PARA A APRENDIZAGEM DE CONCEITOS MATEMÁTICOS

Proponentes: Maria Marta da Silva, Cézar Augusto Ferreira, Eduardo de Souza Silva, Euilis Junior Rezende Maia, Gabriel Araújo Freitas, Millena dos Santos Silva, Wallace Yamamoto Garcia, Géssica Alves Dias, Wemilly Alexandrino Machado e Gabriela Lacerda.

A oficina tem como objetivo geral permitir o entendimento do participante da existência de outra organização para da aprendizagem dos conceitos matemáticos ensinados na educação básica. Essa outra organização se materializa aqui como as SDA’s, ou seja, as Situações Desencadeadoras de Aprendizagem, que aqui se configuram como parte central da AOE – Atividade Orientadora de Ensino – (MOURA, 1996, 2001, 2010) estabelecidas pelo autor como uma proposta teórico-metodológica para o ensino de conceitos matemáticos. As SDA’s podem ser planejadas e desenvolvidas a partir de três contextos: jogos, situações cotidianas e histórias virtuais do conceito. Aos participantes será ofertado uma visão teórica do que são as SDA’s e como podem ser planejadas, como também serão ofertados a eles o processo de planejamento das SDA’s que já foram desenvolvidas no CluMat-UEG- Quirinópolis. Como parte final da oficina será possibilitado aos participantes o planejamento por eles de propostas de SDAs para o ensino de conceitos matemáticos.

Palavras-chave: Atividade Orientadora de Ensino; Situação Desencadeadora da Aprendizagem, Ensino Aprendizagem em matemática; Organização do ensino.